Informações mais recentes dão consistência à tese de que o cidadão Paulo Zucula pode estar detido para satisfazer certos egos, numa clara vigarice, em que a nossa Justiça não consegue marcar distância.


A publicação denominada “Justiça Nacional” ilustra melhor, ao noticiar que foi um depoimento verbal de um funcionário da construtora brasileira Odebrecht que fez com que Paulo Zucula fosse acusado!
De acordo com a publicação, o processo, que envolve igualmente Emiliano Finocci, vai à instrução contraditória na próxima semana, sendo que a defesa dos dois já deu entrada a contestação junto da Oitava Secção Criminal do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, onde está o juiz Fernando Macamo.
Diz a fonte ser difícil apurar se Paulo Zucula terá recebido dinheiros de suborno ou não, uma vez que ele exerce também actividade empresarial.
A esperança agora é que a instrução contraditória esclareça tudo, com o máximo de imparcialidade e objectividade por parte da nossa Justiça.
Se o desfecho indicar inocência, que seja reposta a liberdade que ao que tudo indica, foi lhe retirada injustamente, até que se promovem as acusações cépticas, desprovidas de uma investigação convincente e à altura dos factos.
De ressarcimento será escusado falar, porque neste país justiça é para os privilegiados, dos quais não parece que Paulo Zucula faça parte, tanto é que nem sequer foi accionada a cláusula Constitucional da presunção.
Fundamente a nossa posição o facto de até lhe ter sido negado direito de aguardar pelo julgamento em liberdade.

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